Refletimos o texto de Felipense 2,5-11
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Desafio Bíblico
Alguns Amigos estão lançando o desafio na internet. Aceitei e coloquei a minha cara neste vídeo
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Pais e Filhos.
A
canção pais e filhos é uma belíssima reflexão sobre a vida. Fala de uma pessoa
que comentou suicídio e passa a mensagem que é preciso amar além da realidade
temporal. No relacionamento de pais
filhos sempre passamos por esses momentos de conflito
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Origem do Movimento de Cursilhos III
A Origem do Movimento de Cursilhos no Brasil
O Movimento de Cursilhos de Cristandade (MCC) chegou ao Brasil em 1962, trazido por missionários espanhóis. Em seu início, o movimento era voltado principalmente aos trabalhadores de origem castelhana. O primeiro Cursilho em solo brasileiro foi realizado na cidade de Valinhos, no estado de São Paulo. Inicialmente, a coordenação e animação estavam sob responsabilidade de presbíteros.
Impulso do Concílio Vaticano II
O Concílio Vaticano II deu um impulso decisivo ao MCC, especialmente por meio dos documentos Lumen Gentium e Gaudium et Spes, que destacaram a missão e vocação do leigo na Igreja. Em 28 de maio de 1966, realizou-se a Primeira Ultreia Mundial, em Roma. Nessa ocasião, o Papa Paulo VI, em uma alocução memorável, consagrou ao mundo o Cursilho como “uma palavra acrisolada na experiência, acreditada em seus frutos, que hoje percorre com carta de cidadania os caminhos do mundo”.
Abertura aos Leigos e Reformulação
A partir desse reconhecimento, o protagonismo leigo foi sendo fortalecido. O movimento, que em sua origem era clericalizado e voltado a intelectuais e pessoas influentes, começou a se abrir para a diversidade do povo de Deus. Os encontros, até então realizados na Semana Santa, muitas vezes criavam falsas expectativas — como a promessa de passeio, futebol ou banho de piscina — para atrair participantes. As mensagens eram chamadas de “rolhos” (são dezoito no total, formando uma cadeia temática única), e os coordenadores recebiam o título de “cardeais”.
Já na década de 1980, o MCC passou por profundas reformulações. Os participantes passaram a ser chamados de coordenadores e mensageiros. Os termos “rolho” e “cardeal” foram abandonados, e o movimento adotou uma estrutura mais orgânica e participativa, com articulação em nível mundial.
O Método: Ver, Julgar e Agir
O método do Cursilho tem como base o tripé proposto pelo cardeal belga Joseph Léon Cardijn (1882–1967), cuja ação pastoral estava fortemente marcada pelo compromisso social: ver, julgar e agir. Esse método aproxima o Cursilho da realidade concreta dos participantes, ajudando-os a discernir e agir evangelicamente em seus ambientes.
Difusão Ecumênica
O MCC cresceu tanto que, em 1984, até mesmo a Igreja Episcopal Carismática do Brasil (ramo da Igreja Anglicana) adotou experiências semelhantes. Antes disso, nas décadas de 1970 e 1980, metodistas, presbiterianos e outros cristãos evangélicos nos Estados Unidos já haviam vivido experiências inspiradas no Cursilho, utilizando inclusive sua linguagem e estrutura.
A Força da Oração: A Alavanca
Uma das marcas do MCC é o uso da oração como alavanca espiritual: em cada momento, em alguma parte do mundo, há um Cursilho acontecendo — e por ele, pessoas rezam, pedindo o bom êxito daquele encontro. Esta comunhão espiritual fortalece e sustenta os frutos do movimento. Convidamos, inclusive, quem lê este texto a fazer uma oração sincera por todos os jovens e adultos que vivem essa experiência transformadora.
A Mística dos Três Dias e o “4º Dia”
O Cursilho é uma experiência profunda de encontro com o Mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, razão pela qual o encontro tem duração de três dias e três noites. Após essa vivência intensa, os participantes são desafiados a viver o “4º Dia”: um tempo de continuidade, no qual se evangeliza os ambientes cotidianos — família, trabalho, comunidade — a partir da experiência pessoal com Cristo.
A Chegada do Movimento à Diocese de Nova Iguaçu
O Movimento de Cursilhos chegou à Diocese de Nova Iguaçu pela Porta da Guanabara, em 1968. O primeiro encontro foi preparado ao longo daquele ano na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Belford Roxo, e seria realizado em novembro, na Casa de Retiro Nosso Lar. A equipe organizadora veio da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro e era composta por cinco padres, entre eles o jovem Pe. Fernando Vandenabeele, CICM.
Um Sinal de Deus: O Caso de “Pai Jacó”
Inicialmente voltado às elites, o MCC viu surgir um personagem emblemático: Pai Jacó, um homem simples e analfabeto, que desejava servir no primeiro Cursilho da Diocese. Contudo, foi informado de que não havia sido escolhido para a equipe. Mesmo triste, afirmou com fé: “De algum modo, eu vou trabalhar neste Cursilho”.
No dia previsto para o retiro, um problema no gerador de energia levou ao cancelamento do encontro. Quando o evento foi remarcado, no carnaval do ano seguinte, Pai Jacó foi incluído na equipe. O Cursilho aconteceu com graça e grande fervor, e Jacó se tornou símbolo do carisma e da inclusão do movimento.
Um Movimento que Persevera
Passados 45 anos, a Diocese de Nova Iguaçu já realizou:
137 Cursilhos masculinos (sendo 9 voltados a jovens),
127 Cursilhos femininos (sendo 10 voltados a jovens),
Totalizando 264 encontros.
Além disso, já aconteceram 10 Assembleias Diocesanas, sinal de que o movimento permanece vivo, comprometido com a missão de anunciar o Evangelho encarnado na realidade, por meio de um método querigmático que forma discípulos missionários para os ambientes do mundo.
A origem do Movimento de Cursilhos II
Padroeiro
e o reconhecimento do Papa.
Em julho 2000 aconteceu na cidade de Roma na 3º ultréia mundial veja uma parte da homilia abiaxo e 4 ano mais tarde o Beato João Paulo II reconheceu o Movimento de Cursilhos como um Movimento Eclesial[1] feito por Clero, Consagradas, Consagrados e pelo povo Leigo da Igreja Católica Romana
·
“Caríssimos Irmãos e Irmãs
“Caríssimos Irmãos e Irmãs
1. Sinto-me feliz por dirigir a minha afetuosa saudação a todos vós
aqui reunidos dos cinco continentes para o terceiro encontro dos Cursilhos de Cristandade, a Ultreya do Grande Jubileu. Obrigado pela
vossa visita e sejam todos bem-vindos. Saúdo os cursilhistas de língua
espanhola, vindos da América e da Espanha, recordando que foi em Palma de
Maiorca que nasceu esta experiência apostólica, iniciada pelo Mons. Juan Hervás,
zeloso pastor dessa comunidade eclesial. Dou-vos as boas-vindas e
encorajo-vos a fazer desta Ultreya do Grande Jubileu um tempo de
renovado compromisso na santidade de vida e de apostolado. Dirijo uma
cordial saudação de boas-vindas a todos os participantes de língua francesa.
Depois, dirijo de todo o coração uma saudação àqueles que aqui vieram dos
países de expressão alemã. Oxalá esta celebração revigore a vossa fé. Saúdo a
Presidente do Organismo Mundial dos Cursilhos de Cristandade e agradeço-lhe as cordiais
expressões que me transmitiu em vosso nome, apresentando o compromisso
apostólico do vosso Movimento e o bem que o Senhor realiza através de vós.
Saúdo os fundadores e animadores espirituais, assim como os responsáveis do
Movimento. Esta vossa presença, tão diversificada e festiva, testifica que a
pequena semente lançada na Espanha, há mais de cinquenta anos, se tornou uma
árvore frondosa, rica de frutos do Espírito. Aliás, ela continua a constituir
uma feliz resposta ao interrogativo formulado pelo meu venerado Predecessor, o
Papa Paulo VI, à primeira Ultreya mundial em Roma: "O Evangelho
tem ainda a capacidade de conquistar o homem amadurecido... na civilização
tanto urbana como rural?" (AAS, 58 [1966], pág. 503). Por
isso, uno-me com alegria à vossa ação de graças ao Senhor por tudo aquilo que
Ele levou a cabo e não cessa de realizar no seio da Igreja, através dos Cursilhos de Cristandade.
O tema desta Ultreya mundial "Evangelizar os ambientes do
terceiro milênio cristão: um "desafio" para os Cursilhos de
Cristandade" testemunha o esforço por repropor com renovados
instrumentos e entusiasmo a experiência de Cristo aos homens e às mulheres do
século XXI. Isto torna-se ainda mais urgente, considerando que "inteiros
países e nações, onde outrora a religião e a vida cristã foram tão prósperas e
capazes de dar origem a comunidades de fé viva e operosa, se encontram hoje
sujeitos à dura prova e, por vezes, até são radicalmente transformados pela
contínua difusão do indiferentismo, do secularismo e do ateísmo"
(Christifideles laici, 34)”.
Organograma do Cursilho.
As ultréias.
Senhores e senhoras o MCC[2] il tem em sua prática a realização da famosas ultréias setorial, Diocesana, regional, Nacional, continental e mundial.
As ultréias.
Senhores e senhoras o MCC[2] il tem em sua prática a realização da famosas ultréias setorial, Diocesana, regional, Nacional, continental e mundial.
Ultréia ou
ultreya, é uma palavra de origem latina
que pode ter vários sinônimos que são eles mover-se,
ir além, , vá em frente, depressa, vá em em frente ou mais bonito que
foi descoberto nas paginas da Wikipédia
O “BOM CAMINHO” ou ainda temos alguns se refere como
Maranathá[3]
(VEM SENHOR JESUS) ´. Foi
uma saudação nascida antes do
MCC existir era comum para todos
os jovens e adultos que fazem o caminho de Santiago saudarem seus pares com a palavra ultréia.
Ø Saudação
decolores.
Decolores era um café onde se reuniam o grupo de
jovens da Ação Católica que ia modelando o Cursilho. Nessa época era frequente
cantar a canção popular «Decolores» e esse grupo fazia-o com animação nesse
café. O grupo acabou sendo conhecido como os «Decolores». A letra foi
modificada e adquiriu novos significados: estar «Decolores» significava (e
significa) estar cheios da Graça de Deus, viver com Ele, comprometermo-nos com
Cristo e com o irmão, transformando-se numa espécie de hino dos cursilhos. Decolores
é uma mensagem positiva adotada pelos cursilhistas que significa desperta para realidade. Colorindo o mundo com
a graça vida do Retiro dos Cursilhos.
«Decolores» é
estar com o Senhor, Desperta para Vida nova em Cristo.
Leia também
- A origem do MCC no mundo
- A origem do MCC no Brasil e Diocese de Nova Iguaçu
- São Paulo Padroeiro do MCC.
[1] Movimentos
eclesiais são agrupamentos de fiéis da Igreja Católica organizados
de acordo com as dioceses ou independentemente, previstos no Código
de Direito Canônico. Os movimentos eclesiais podem ou não ter estatuto próprio.
Existem de vários modos, de acordo com uma necessidade local da Igreja ou mesmo
do tempo em que vivem. Os movimentos caracterizam-se por agirem com mais
liberdade do que as associações de fiéis (privadas ou públicas) tanto no agir pastoral quanto
na participação de novos membros.
[2] -
Movimento de Cursilhos de Cristandade
[3] I corintios
16,22 e Ap 22, 20
A origem do Movimento de Cursilhos
Cursilho:
Pequeno Curso.[1].
O Surgimento dos Cursilhos de Cristandade: Contexto, Intuições e Caminhos
"O Movimento de Cursilhos de Cristandade, MCC, nasce no interior de uma história ferida e, ao mesmo tempo, aberta à graça. A Espanha das décadas de 1930 e 1940, atravessada pela Guerra Civil Espanhola e pela configuração político-religiosa sob Francisco Franco, vivia tensões profundas entre fé, poder e cultura. Nesse cenário ambíguo, onde o risco de uma religião instrumentalizada se misturava com autênticos desejos de renovação, a Ação Católica emergia como espaço de protagonismo laical e fermento evangélico. Foi nesse ambiente que jovens da Juventude da Ação Católica Espanhola, na Palma de Maiorca, iniciaram uma experiência que não pretendia criar um movimento, mas reacender uma vida. Contaram com o acompanhamento e a coragem pastoral de Dom Juan Hervás, cuja atuação revela uma Igreja que, quando escuta o Espírito, também assume riscos.
As peregrinações organizadas pela juventude, especialmente rumo a Santiago de Compostela em 1948, reunindo cerca de 80 mil jovens, foram mais do que eventos devocionais. Tornaram-se verdadeiros laboratórios espirituais e sociológicos. Ali, no caminho, no cansaço partilhado, na oração comum e na convivência concreta, começou a emergir uma intuição decisiva. A fé não poderia permanecer reduzida ao rito ou à tradição cultural. Era necessário provocar um encontro pessoal com Cristo capaz de transformar a existência. Os pequenos cursos preparatórios, os cursillos, ultrapassaram rapidamente sua função inicial e assumiram uma configuração querigmática e missionária. Já não se tratava apenas de preparar peregrinos para um destino geográfico, mas de formar discípulos enviados ao mundo, em sintonia com João 20,21, onde o envio nasce do encontro.
Essa origem peregrinante não é um detalhe secundário. Ela estrutura a espiritualidade do MCC. A expressão Ultreya, que convoca a ir sempre mais além, traduz uma dinâmica pascal permanente. Não há estagnação possível para quem encontrou o Ressuscitado. O Guia do Peregrino, por sua vez, simboliza que a fé é caminho e não instalação. Soma-se a isso o eixo Piedade, Estudo e Ação, que impede reducionismos. A fé não se esgota na emoção, nem na doutrina isolada, nem em um ativismo sem raiz. Ela integra interioridade, inteligência e compromisso histórico, como ecoa Tiago 2,17 ao afirmar que a fé sem obras está morta.
A proposta fundamental dos Cursilhos é simples na forma, mas radical no conteúdo. Anunciar o querigma, o núcleo da fé cristã, de modo que a pessoa se reconheça amada por Deus, confrontada com sua realidade e chamada à conversão. Trata-se de metanoia, mudança de mentalidade e de direção. Nesse sentido, o método vivencial não é uma técnica de convencimento, mas uma pedagogia da graça. Ele toca a liberdade do sujeito, sua dimensão afetiva e sua consciência crítica. Em um contexto onde muitos viviam uma fé herdada e pouco refletida, o MCC operava uma passagem da religiosidade sociológica para a fé pessoal.
Os primeiros Cursilhos de Formação e Apostolado, iniciados em 1949, seguidos pelos de Juventude e de Conquista nos anos seguintes, expressam essa intencionalidade. Formar cristãos conscientes de sua vocação batismal, conforme Romanos 6,4, e comprometidos com a transformação dos ambientes. A categoria de ambiente aqui é decisiva. Ela revela uma compreensão antropológica e sociológica da fé. O Evangelho não atua no abstrato, mas nos espaços concretos onde a vida acontece, família, trabalho, política, cultura. O cristão é chamado a ser fermento na massa, como em Mateus 13,33, e não espectador passivo de estruturas injustas.
A fundamentação teológica do Movimento foi sendo elaborada por jovens sacerdotes influenciados pelas encíclicas Mystici Corporis Christi e Mediator Dei. A centralidade da graça tornou-se o eixo articulador. Não uma ideia abstrata, mas a experiência concreta de participação na vida divina. O esforço de traduzir tratados teológicos densos para uma linguagem acessível revela uma preocupação hermenêutica relevante. A verdade da fé precisa ser compreendida e vivida, não apenas formulada.
O método dos Cursilhos consolidou-se como uma experiência intensiva de três dias que funciona como um verdadeiro tempo de graça. A dinâmica de escuta, anúncio, testemunho e partilha cria um espaço existencial onde a pessoa é interpelada em sua totalidade. Há aqui uma clara ressonância com o relato de Emaús em Lucas 24,13-35. Caminhar, escutar, reconhecer e retornar em missão. A experiência não termina no evento. Ela se desdobra no pós-cursilho, na perseverança comunitária, nos grupos que sustentam a caminhada. Esse prolongamento impede que a experiência se torne apenas um entusiasmo passageiro.
Como toda iniciativa que toca estruturas e provoca deslocamentos, o MCC enfrentou resistências. Houve suspeitas, críticas e até silenciamentos. Dom Juan Hervás assumiu a defesa do Movimento com clareza, o que lhe custou a transferência. Em Maiorca, os Cursilhos foram suspensos por um período. Essa tensão não é acidental. Ela revela a dimensão profética da experiência. Como afirma Lucas 2,34, aquilo que vem de Deus também se torna sinal de contradição. A história da Igreja confirma que toda renovação autêntica passa por esse crivo.
Na Assembleia de 1953, ao nomear a experiência como Cursilhos de Cristandade, Dom Hervás não propunha um retorno a modelos históricos de poder religioso. A noção de cristandade aqui precisa ser compreendida hermeneuticamente. Trata-se de uma realidade nova, não de uma restauração. Uma cristandade que nasce de dentro, da conversão pessoal e do compromisso comunitário, e não de imposições externas. Essa distinção é crucial diante das recorrentes tentações de confundir Evangelho com projetos de dominação ou ideologias religiosas.
A expansão internacional do MCC confirmou sua sintonia com a renovação eclesial que seria explicitada no Concílio Vaticano II. A valorização do laicato, a centralidade da missão e o primado do anúncio encontram eco nos documentos conciliares e na exortação Evangelii Nuntiandi. O que o Concílio sistematizou, o MCC já experimentava como prática viva.
Entre os símbolos que expressam essa identidade, destacam-se De Colores, como canto e linguagem da alegria cristã, a cruz do peregrino como sinal de seguimento histórico, o tríduo como tempo forte de encontro, e os três tempos do movimento, pré-cursilho, cursilho e pós-cursilho, que revelam um processo contínuo e não um evento isolado. Cada símbolo carrega uma densidade teológica e existencial, apontando para uma fé encarnada.
O Movimento de Cursilhos de Cristandade permanece, assim, como uma resposta criativa aos desafios de seu tempo e também aos do presente. Em um mundo marcado por desigualdades, por formas de religiosidade superficiais e por tentativas de instrumentalização da fé, sua proposta continua atual. Não se trata de conquistar o mundo por imposição, mas de testemunhar o Evangelho com autenticidade. A conversão pessoal torna-se, então, princípio de transformação social.
No horizonte bíblico, permanece o envio de Cristo. Como o Pai me enviou, também eu vos envio. Esse envio impede qualquer fechamento e convoca a uma fé em saída. Ultreya continua sendo mais do que uma palavra. É um programa espiritual e existencial. Ir sempre mais além, não para dominar, mas para servir. Não para restaurar privilégios, mas para anunciar a graça que liberta e transforma a história.
terça-feira, 8 de abril de 2014
Convite para semana santa
Dom Luciano Bergamin nosso Bispo Diocesano nos convida a viver a semana Santa. Neste vídeo ele chamou algumas pesssoas que trabalham na Cúria de Nova Iguaçu.
Cazuza 56 anos.
Nosso amigo Daniel Santos faz una bela analise da música Idelogia do poeta Cazuza que acho justo dividir com vocês.
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