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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Nossa Senhora de Lourdes no meio da capoeira.



No dia de  N. Sra. de Lourdes um grupo de capoeiras   estava no caminho da procissão, muitos ficaram preucupados que iria atrapalhar a procissão e a reza.  Eis a surpresa,  fazem um corredor para o povo passar  e acontece essa bela homenagem

terça-feira, 10 de maio de 2016

Oração de São Francisco em forma de Desabafo



Vivemos o dinamismo de uma Igreja que resgata termos que  foram abolidos no Vaticano II, temos  jovens padres e jovens  leigos  trazendo o clericalismo e tradições  que não fizeram  a  Igreja  mais cristã. Que pelo contrário  era um grande abismo ao evangelho e a vivência do mesmo no meio do povo.
Nesta canção  de Dom Pedro,   observamos  um  chama do profetismo que denuncia uma Igreja do conformismo e do luxo.
Reze conosco e veja a nossa prática de fé.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Declaração comum do Papa Francisco e do Patriarca Kirill de Moscovo e de toda a Rússia

"A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós" (2 Cor 13, 13).

1.         Por vontade de Deus Pai de quem provém todo o dom, no nome do Senhor nosso Jesus Cristo e com a ajuda do Espírito Santo Consolador, nós, Papa Francisco e Kirill, Patriarca de Moscou e de toda a Rússia, encontramo-nos, hoje, em Havana. Damos graças a Deus, glorificado na Trindade, por este encontro, o primeiro na história.
Com alegria, encontramo-nos como irmãos na fé cristã que se reúnem para “falar de viva voz” (2 Jo 12), coração a coração, e analisar as relações mútuas entre as Igrejas, os problemas essenciais de nossos fiéis e as perspectivas de progresso da civilização humana

 Cuba
2.         O nosso encontro fraterno teve lugar em Cuba, encruzilhada entre Norte e Sul, entre Leste e Oeste. A partir desta ilha, símbolo das esperanças do “Novo Mundo” e dos acontecimentos dramáticos da história do século XX, dirigimos a nossa palavra a todos os povos da América Latina e dos outros continentes.
Alegramo-nos porque aqui cresce, de forma dinâmica, a fé cristã. O forte potencial religioso da América Latina, a sua tradição cristã secular, presente na experiência pessoal de milhões de pessoas, são a garantia de um grande futuro para esta região.
3.         Encontrando-nos longe das antigas disputas do “Velho Mundo”, sentimos mais fortemente a necessidade de um trabalho comum entre católicos e ortodoxos, chamados a dar ao mundo, com mansidão e respeito, razão da esperança que está em nós (cf. 1 Ped 3, 15).

Tradição comum
4.         Damos graças a Deus pelos dons que recebemos da vinda ao mundo do seu único Filho. Partilhamos a Tradição espiritual comum do primeiro milênio do cristianismo. As testemunhas desta Tradição são a Virgem Maria, Santíssima Mãe de Deus, e os Santos que veneramos. Entre eles, contam-se inúmeros mártires que testemunharam a sua fidelidade a Cristo e se tornaram “semente de cristãos”.
5.         Apesar desta Tradição comum dos primeiros dez séculos, há quase mil anos que católicos e ortodoxos estão privados da comunhão na Eucaristia. Estamos divididos por feridas causadas por conflitos de um passado distante ou recente, por divergências – herdadas dos nossos antepassados – na compreensão e explicitação da nossa fé em Deus, uno em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Deploramos a perda da unidade, consequência da fraqueza humana e do pecado, ocorrida apesar da Oração Sacerdotal de Cristo Salvador: “Para que todos sejam um só, como Tu, Pai, estás em Mim e Eu em Ti; para que assim eles estejam em Nós” (Jo 17, 21).

 Superar divergências
6.         Conscientes da permanência de numerosos obstáculos, esperamos que o nosso encontro possa contribuir para o restabelecimento desta unidade querida por Deus, pela qual Cristo rezou. Que o nosso encontro inspire os cristãos do mundo inteiro a rezar ao Senhor, com renovado fervor, pela unidade plena de todos os seus discípulos. Em um mundo que espera de nós não apenas palavras, mas gestos concretos possa este encontro ser um sinal de esperança para todos os homens de boa vontade!
7.         Determinados a realizar tudo o que seja necessário para superar as divergências históricas que herdamos, queremos unir os nossos esforços para testemunhar o Evangelho de Cristo e o patrimônio comum da Igreja do primeiro milênio, respondendo em conjunto aos desafios do mundo contemporâneo. Ortodoxos e católicos devem aprender a dar um testemunho concorde da verdade, em áreas onde isso seja possível e necessário. A civilização humana entrou em um período de mudança de época. A nossa consciência cristã e a nossa responsabilidade pastoral não nos permitem ficar inertes perante os desafios que requerem uma resposta comum.

Oriente Médio
8.         O nosso olhar dirige-se, em primeiro lugar, para as regiões do mundo onde os cristãos são vítimas de perseguição. Em muitos países do Oriente Médio e do Norte da África, os nossos irmãos e irmãs em Cristo vêem exterminadas as suas famílias, aldeias e cidades inteiras. As suas igrejas são barbaramente devastadas e saqueadas; os seus objetos sagrados profanados, os seus monumentos destruídos. Na Síria, no Iraque e em outros países do Oriente Médio, constatamos, com amargura, o êxodo maciço dos cristãos da terra onde começou a espalhar-se a nossa fé e onde eles viveram, desde o tempo dos apóstolos, em conjunto com outras comunidades religiosas.
9.         Pedimos a ação urgente da Comunidade internacional para prevenir uma nova expulsão dos cristãos do Oriente Médio. Ao levantar a voz em defesa dos cristãos perseguidos, queremos expressar a nossa compaixão pelas tribulações sofridas pelos fiéis de outras tradições religiosas, também eles vítimas da guerra civil, do caos e da violência terrorista.
10.       Na Síria e no Iraque, a violência já causou milhares de vítimas, deixando milhões de pessoas sem casa nem meios de subsistência. Exortamos a Comunidade internacional a unir-se para pôr fim à violência e ao terrorismo e, ao mesmo tempo, a contribuir por meio do diálogo para um rápido restabelecimento da paz civil. É essencial garantir uma ajuda humanitária em larga escala às populações martirizadas e a tantos refugiados nos países vizinhos.
Pedimos a quantos possam influir sobre o destino das pessoas raptadas, entre as quais se encontram os Metropolitas de Aleppo, Paulo e João Ibrahim, sequestrados no mês de Abril de 2013, que façam tudo o que é necessário para a sua rápida libertação.

 Acordo de Paz
11.       Elevamos as nossas súplicas a Cristo, Salvador do mundo, pelo restabelecimento da paz no Oriente Médio, que é “fruto da justiça” (Is 32, 17), a fim de que se reforce a convivência fraterna entre as várias populações, as Igrejas e as religiões lá presentes, pelo regresso dos refugiados às suas casas, a cura dos feridos e o repouso da alma dos inocentes que morreram.
Com um ardente apelo, dirigimo-nos a todas as partes que possam estar envolvidas nos conflitos pedindo-lhes que deem prova de boa vontade e se sentem à mesa das negociações. Ao mesmo tempo, é preciso que a Comunidade internacional faça todos os esforços possíveis para pôr fim ao terrorismo valendo-se de ações comuns, conjuntas e coordenadas. Apelamos a todos os países envolvidos na luta contra o terrorismo, para que atuem de maneira responsável e prudente. Exortamos todos os cristãos e todos os crentes em Deus a suplicarem, fervorosamente, ao Criador providente do mundo que proteja a sua criação da destruição e não permita uma nova guerra mundial. Para que a paz seja duradoura e esperançosa, são necessários esforços específicos tendentes a redescobrir os valores comuns que nos unem, fundados no Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.
12.       Curvamo-nos perante o martírio daqueles que, à custa da própria vida, testemunham a verdade do Evangelho, preferindo a morte à apostasia de Cristo. Acreditamos que estes mártires do nosso tempo, pertencentes a várias Igrejas, mas unidos por uma tribulação comum, são um penhor da unidade dos cristãos. É a vós, que sofreis por Cristo, que se dirige a palavra do Apóstolo: “Caríssimos, (...) alegrai-vos, pois assim como participais dos padecimentos de Cristo, assim também rejubilareis de alegria na altura da revelação da sua glória” (1 Ped 4, 12-13).

 Diálogo e Europa
13.       Nesta época preocupante, é indispensável o diálogo inter-religioso. As diferenças na compreensão das verdades religiosas não devem impedir que pessoas de crenças diversas vivam em paz e harmonia. Nas circunstâncias atuais, os líderes religiosos têm a responsabilidade particular de educar os seus fiéis num espírito respeitador das convicções daqueles que pertencem a outras tradições religiosas. São absolutamente inaceitáveis as tentativas de justificar ações criminosas com slogans religiosos. Nenhum crime pode ser cometido em nome de Deus, “porque Deus não é um Deus de desordem, mas de paz” (1 Cor 14, 33).
14.       Ao afirmar o alto valor da liberdade religiosa, damos graças a Deus pela renovação sem precedentes da fé cristã que acontece na Rússia e em muitos países da Europa Oriental, onde, durante algumas décadas, dominaram os regimes ateus. Hoje as cadeias do ateísmo militante estão quebradas e, em muitos lugares, os cristãos podem livremente confessar a sua fé. Em um quarto de século foram construídas dezenas de milhares de novas igrejas, e abertos centenas de mosteiros e escolas teológicas. As comunidades cristãs desenvolvem uma importante atividade sócio-caritativa, prestando variada assistência aos necessitados. Muitas vezes trabalham lado a lado ortodoxos e católicos; atestam a existência dos fundamentos espirituais comuns da convivência humana, ao testemunhar os valores do Evangelho.
15.       Ao mesmo tempo, estamos preocupados com a situação em muitos países onde os cristãos se debatem cada vez mais frequentemente com uma restrição da liberdade religiosa, do direito de testemunhar as suas convicções e da possibilidade de viver de acordo com elas. Em particular, constatamos que as transformações de alguns países em sociedades secularizadas alheiam a qualquer referência a Deus e à sua verdade, constitui uma grave ameaça à liberdade religiosa. É fonte de inquietação para nós a limitação atual dos direitos dos cristãos, se não mesmo a suas discriminações, quando algumas forças políticas, guiadas pela ideologia de um secularismo frequentemente muito agressivo, procuram relegá-los para a margem da vida pública.
16. O processo de integração europeia, iniciado depois de séculos de sangrentos conflitos, foi acolhido por muitos com esperança, como uma garantia de paz e segurança. Todavia, convidamos a manter-se vigilantes contra uma integração que não fosse respeitadora das identidades religiosas. Embora permanecendo abertos à contribuição de outras religiões para a nossa civilização, estamos convencidos de que a Europa deve permanecer fiel às suas raízes cristãs. Pedimos aos cristãos da Europa Oriental e Ocidental que se unam para testemunhar em conjunto Cristo e o Evangelho, de modo que a Europa conserve a própria alma formada por dois mil anos de tradição cristã.

Família
17.       O nosso olhar volta-se para as pessoas que se encontram em situações de grande dificuldade, em condições de extrema necessidade e pobreza, enquanto crescem as riquezas materiais da humanidade. Não podemos ficar indiferentes à sorte de milhões de migrantes e refugiados que batem à porta dos países ricos. O consumo desenfreado, como se vê em alguns países mais desenvolvidos, está gradualmente esgotando os recursos do nosso planeta. A crescente desigualdade na distribuição dos bens da Terra aumenta o sentimento de injustiça perante o sistema de relações internacionais que se estabeleceu.
18.       As Igrejas cristãs são chamadas a defender as exigências da justiça, o respeito pelas tradições dos povos e uma autêntica solidariedade com todos os que sofrem. Nós, cristãos, não devemos esquecer que “o que há de louco no mundo é que Deus escolheu para confundir os sábios; e o que há de fraco no mundo é que Deus escolheu para confundir o que é forte. O que o mundo considera vil e desprezível é que Deus escolheu; escolheu os que nada são, para reduzir a nada aqueles que são alguma coisa. Assim, ninguém se pode vangloriar diante de Deus” (1 Cor 1, 27-29).
19.       A família é o centro natural da vida humana e da sociedade. Estamos preocupados com a crise da família em muitos países. Ortodoxos e católicos partilham a mesma concepção da família e são chamados a testemunhar que ela é um caminho de santidade, que testemunha a fidelidade dos esposos nas suas relações mútuas, a sua abertura à procriação e à educação dos filhos, a solidariedade entre as gerações e o respeito pelos mais vulneráveis.
20.       A família funda-se no matrimônio, ato de amor livre e fiel entre um homem e uma mulher. É o amor que sela a sua união e os ensina a acolher-se reciprocamente como um dom. O matrimônio é uma escola de amor e fidelidade. Lamentamos que outras formas de convivência já estejam postas ao mesmo nível desta união, ao passo que o conceito, santificado pela tradição bíblica, de paternidade e de maternidade como vocação particular do homem e da mulher no matrimônio, seja banido da consciência pública.
21.       Pedimos a todos que respeitem o direito inalienável à vida. Milhões de crianças são privadas da própria possibilidade de nascer no mundo. A voz do sangue das crianças não nascidas clama a Deus (cf. Gn 4, 10).
O desenvolvimento da chamada eutanásia faz com que as pessoas idosas e os doentes comecem a sentir-se um peso excessivo para as suas famílias e a sociedade em geral.
Estamos preocupados também com o desenvolvimento das tecnologias reprodutivas biomédicas, porque a manipulação da vida humana é um ataque aos fundamentos da existência do homem, criado à imagem de Deus. Consideramos nosso dever lembrar a imutabilidade dos princípios morais cristãos, baseados no respeito pela dignidade do homem chamado à vida, segundo o desígnio do Criador.

Juventude
22.       Hoje, desejamos dirigir-nos de modo particular aos jovens cristãos. Vós, jovens, tendes o dever de não esconder o talento na terra (cf. Mt 25, 25), mas de usar todas as capacidades que Deus vos deu para confirmar no mundo as verdades de Cristo, encarnar na vossa vida os mandamentos evangélicos do amor de Deus e do próximo. Não tenhais medo de ir contra a corrente, defendendo a verdade de Deus, à qual estão longe de se conformar sempre as normas secularizadas de hoje.
23.       Deus ama-vos e espera de cada um de vós que sejais seus discípulos e apóstolos. Sede a luz do mundo, de modo que quantos vivem ao vosso redor, vendo as vossas boas obras, glorifiquem o vosso Pai que está no Céu (cf. Mt 5, 14.16). Haveis de educar os vossos filhos na fé cristã, transmitindo-lhes a pérola preciosa da fé (cf. Mt 13, 46), que recebestes dos vossos pais e antepassados. Lembrai-vos que “fostes comprados por um alto preço” (1 Cor 6, 20), a custo da morte na cruz do Homem-Deus Jesus Cristo.
24.       Ortodoxos e católicos estão unidos não só pela Tradição comum da Igreja do primeiro milênio, mas também pela missão de pregar o Evangelho de Cristo no mundo de hoje. Esta missão exige o respeito mútuo entre os membros das comunidades cristãs e exclui qualquer forma de proselitismo.
Não somos concorrentes, mas irmãos: por esta certeza, devem ser guiadas todas as nossas ações recíprocas e em benefício do mundo exterior. Exortamos os católicos e os ortodoxos de todos os países a aprender a viver juntos na paz e no amor e a ter “os mesmos sentimentos, uns com os outros” (Rm 15, 5). Por isso, é inaceitável o uso de meios desleais para incitar os crentes a passar de uma Igreja para outra, negando a sua liberdade religiosa ou as suas tradições. Somos chamados a pôr em prática o preceito do apóstolo Paulo: “Tive a maior preocupação em não anunciar o Evangelho onde já era invocado o nome de Cristo, para não edificar sobre fundamento alheio” (Rm 15, 20).

Greco-católicos
25.       Esperamos que o nosso encontro possa contribuir também para a reconciliação, onde existirem tensões entre greco-católicos e ortodoxos. Hoje, é claro que o método do “uniatismo” do passado, entendido como a união de uma comunidade à outra separando-a da sua Igreja, não é uma forma que permita restabelecer a unidade. Contudo, as comunidades eclesiais surgidas nestas circunstâncias históricas têm o direito de existir e de empreender tudo o que é necessário para satisfazer as exigências espirituais dos seus fiéis, procurando ao mesmo tempo viver em paz com os seus vizinhos. Ortodoxos e greco-católicos precisam de reconciliar-se e encontrar formas mutuamente aceitáveis de convivência.
26.       Deploramos o conflito na Ucrânia que já causou muitas vítimas, provocou inúmeras tribulações a gente pacífica e lançou a sociedade em uma grave crise econômica e humanitária. Convidamos todas as partes do conflito à prudência, à solidariedade social e à atividade de construir a paz. Convidamos as nossas Igrejas na Ucrânia a trabalhar por se chegar à harmonia social, abster-se de participar no conflito e não apoiar ulteriores desenvolvimentos do mesmo.
27.       Esperamos que o cisma entre os fiéis ortodoxos na Ucrânia possa ser superado com base nas normas canônicas existentes, que todos os cristãos ortodoxos da Ucrânia vivam em paz e harmonia, e que as comunidades católicas do país contribuam para isso de modo que seja visível cada vez mais a nossa fraternidade cristã.
28.       No mundo contemporâneo, multiforme e, todavia unido por um destino comum, católicos e ortodoxos são chamados a colaborar fraternalmente no anúncio da Boa Nova da salvação, a testemunhar juntas a dignidade moral e a liberdade autêntica da pessoa, “para que o mundo creia” (Jo 17, 21). Estes mundos aonde vão desaparecendo progressivamente os pilares espirituais da existência humana esperam de nós um vigoroso testemunho cristão em todas as áreas da vida pessoal e social. Nestes tempos difíceis, o futuro da humanidade depende em grande parte da nossa capacidade conjunta de darmos testemunho do Espírito de verdade.

Testemunhas da verdade
29.       Neste corajoso testemunho da verdade de Deus e da Boa Nova salvífica, possa sustentar-nos o Homem-Deus Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, que nos fortifica espiritualmente com a sua promessa infalível: “Não temais, pequenino rebanho, porque aprouve ao vosso Pai dar-vos o Reino” (Lc 12, 32).
Cristo é fonte de alegria e de esperança. A fé n’Ele transfigura a vida humana, enche-a de significado. Disto mesmo puderam convencer-se, por experiência própria, todos aqueles a quem é possível aplicar as palavras do apóstolo Pedro: “Vós que outrora não éreis um povo, mas sois agora povo de Deus, vós que não tínheis alcançado misericórdia e agora alcançastes misericórdia” (1 Ped 2, 10).
30.       Cheios de gratidão pelo dom da compreensão recíproca manifestada durante o nosso encontro, levantamos os olhos agradecidos para a Santíssima Mãe de Deus, invocando-A com as palavras desta antiga oração: “Sob o abrigo da vossa misericórdia, nos refugiamos, Santa Mãe de Deus”. Que a bem-aventurada Virgem Maria, com a sua intercessão, encoraje à fraternidade aqueles que A veneram, para que, no tempo estabelecido por Deus, sejam reunidos em paz e harmonia num só povo de Deus para glória da Santíssima e indivisível Trindade!

Havana (Cuba), 12 de fevereiro de 2016.




segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Envio dos ministros Leigos 2014

terça-feira, 8 de abril de 2014

Convite para semana santa

Dom Luciano Bergamin nosso Bispo Diocesano   nos convida a viver a semana Santa. Neste vídeo ele chamou algumas pesssoas que trabalham na Cúria de Nova Iguaçu.    

terça-feira, 18 de março de 2014

ELOGIAR-SE A SI MESMO - Pe. Martins de Medeiros

Pe.  Martins de Medeiros
nascido  em 30/04/1945 ,
 sua pascoa em  04/02/2014


Há dois vírus rondando todos os púlpitos e todos os pregadores. Um é o da vaidade e o outro da obviedade.  Um porque ressalta o mensageiro e secundariza a mensagem, e o outro porque está longe  de ser boa nova. Se é, vem com roupagem tão pobre que não consegue mostrar sua beleza.  O vírus da vaidade subverte (Mt 10,27). Na passagem, Jesus ordena que o que dele aprendemos não fique apenas conosco: devemos trazer à luz.  E manda ainda que aquilo que nos foi dito aos ouvidos deve ser anunciado  para o maior número possível de pessoas. Seria essa a ideia, de subir ao telhado para evangelizar. Mas são poucos os que sobem ao telhado chamado púlpito ou mídia para  se colocar acima dos outros e para chamar a atenção, não sobre a mensagem proclamada para todos e, sim, sobre quem está lá em cima aparecendo mais do que os outros fiéis. Embora seja o primeiro a ter de freqüentá-lo, ou tenho dito que um curso de palavra humilde viria em boa hora para todos os pregadores que falam  para multidões. Motivo: o marketing da fé anda transformando o pregador em produto e salientando  mais sua imagem de que a mensagem que deveria vir de seus lábios. 
Em muitos veículos, há câmeras demais no pregador, presença excessiva de voz  excessiva em detrimento do conteúdo eclesial. Bastaria que ele lesse mais os documentos da Igreja, a palavra do Papa e dos bispos, os textos dos sínodos e passagens sólidas de teólogos e antropólogos católicos, para que aparecessem menos. Mas poucos pregadores o fazem. Sobem lá com a cara  e a coragem, sem papel e sem  anotação alguma, e doam a si mesmos.
Alguns até pedem aplausos para o que acabam de dizer! Nas mais diversas igrejas, percebe-se a falta de conteúdo, a repetição exaustiva dos mesmos temas, das mesmas frases,  e dos mesmos testemunhos. Acentua-se o poder de operar  curas, dado aquele pregador  e a nenhum outro. A mensagem daquela igreja ou daquele movimento centraliza-se nele. Em um montanhismo, (doutrina defendida por montano no ano 157 a 212, líder frígio, que, dizendo-se porta voz do Espírito Santo, exigia de todos, o mais severo ascetismo  e declarava estar próximo o fim do mundo, e o estabelecimento na Frigia da nova Jerusalém) atualizado, a opinião que passam é a de que ali? Deus atua por meio dele. Os demais pregadores tornam-se meras peças de adorno. 
É a autoproclamação levada aos extremos. Entende-se que haja um pregador principal em um encontro, mas postar-se à frente, secundarizar os outros, no caso do pregador cantor, colocar os verdadeiros cantores e músicos lá atrás e não ao seu lado, privá-los de nome e de ministério, reduzi-los ao título de banda do padre ou do pastor, tudo isso revela essa tendência: a de ressaltar mais quem anuncia do que a palavra anunciada.  Mais o mensageiro do que a mensagem. Auxiliares de pregação também têm nome. Não admira pois  o que se vê pela mídia e pelos templos: um pregador em pleno sermão dando indireta no outro que se torna o seu concorrente, disputa por fiéis, contribuinte, espaço e canais, discursos ressentidos e revanchistas.
Tudo em nome de Jesus e da ortodoxia. Se é correção fraterna que se deseja, há espaços fora do templo, onde o outro pregador pode ser procurado e as coisas ditas de maneira cristã e fraterna.  Bispos, padres e pastores, instigando-se pelos jornais? Não pega mal? Recentemente um pastor invectivava   o outro como politicamente interesseiro porque, ao aderir a um candidato, mirava uma emissora de televisão; ao que este respondeu que o outro aderia ao candidato oposto  para não perder o que já conquistara… Tudo por Twitter e outras mídias. Um sacerdote, que ficara magoado, por não ver reconhecido seu trabalho foi, enfim, chamado pelo bispo para receber uma nomeação e um prêmio. Sim, ele merecia um elogio! Deveria ser mais do que suficiente, mas o vírus da vaidade ferida pousou em sua auréola. O bispo não teve com o prêmio a intenção de diminuir os outros pregadores e, sim, de incentivar o trabalho do esforçado sacerdote. O que ele fez? Lavou a alma. Disse aos entrevistadores e amigos que aquele prêmio que lhe fora concedido, era um cala-boca aos que questionavam o seu trabalho. Que pena!  Traiu-se! Então era isso! Proclamou-se, em vez de agradecer aos que nele confiavam e, promete maior esforço dali por diante! Não resistiu a tentação de devolver a ofensa; sinal de que não estava pronto para ganhar aquele prêmio. Padres e Pastores, Leigos e leigas, presidentes e governadores, precisam o tempo todo desta ascese: reconhecer o valor dos adversários, dos que os antecederam, das outras Igrejas e dos outros partidos. O excesso de elogios a eles mesmos, a seu grupo de Igreja, à sua Igreja, a seu governo e a seu partido, mostrou que o vírus da vaidade lhe minou o conteúdo, o marketing, e os tornou maiores do que eram. Mas quem admitirá que se excedeu, se está impregnado de números de alta audiência, de vitória, de percentagens e de poder e preeminência?  Uma das coisas mais difíceis é de um sujeito vaidoso admitir  que é.

A outra é dominar a vaidade. Talvez um curso de discurso humilde ajude, mais não auxiliará por muito tempo; a menos que se torne mística pessoal! O que digo aos outros digo a mim mesmo, que luto há anos para ser simples e não deixar que elogios me subam à cabeça. Tomemos cuidado com as palavras: primeiro pioneiro, mas, maior, melhor, único, imbatível, eleito… 
Ajudam a vender, mas não ajudam a crescer. Não quando alguém ainda pensa que é mais do que  outros! Preste atenção nos discursos de pregadores e Igrejas, de políticos e partidos, sobretudo durante as eleições. Não é discurso fraterno, nem amistoso, nem humilde! Um procura derrubar o outro. É que a palavra  “vencedor”  contaminou as tribunas e os púlpitos… Existe alguma razão parta correr com tamanha  fúria atrás do voto e do devoto! 
O leitor sabe.  O eleitor é que, às vezes não percebe.


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Retrospectiva 2013 do MCC na Diocese de N. Iguaçu

Uma breve retrospectiva do ano que passou  das nossas atividades de cursilhistas, da Diocese de Nova Iguaçu.  Foram muitas atividades que marcaram o ano de 2013

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

O Amor de Deus é sem limite, o sentido do Natal.

Esta chegando o Natal,  há muitos motivos para celebramos a vida. Contudo, observamos o culto sem igual ao deus comércio,  nas suas catedrais espelhadas.  Pessoas que entram no mal do século, por não conseguir atingir aquela meta ou não tem aquela pessoa para partilhar a vida. Como falar do natal, sem lembrar-se de Jesus que nasceu pobre e de sua pratica de vida com sua trajetória de cruz. O tempo todo  somos  levados à morte e o tempo todo somos  chamados a ressuscitarmos  e tentar de novo.   O natal  tornou-se é apenas feriadão que nos leva a gastar e o compromisso com o próximo esta longe do ideal natalino.  
No presente vídeo temos a revelação que o Amor de Cristo é sem limite e é uma linda interpretação do coral da Paróquia São Francisco de Assis de Queimado.
E esse é o  sentido para o natal de todos nós.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

A Diocese de Nova iguaçu lança o ano da Festa

No dia 30 de novembro 2013, a Diocese de Nova Iguaçu reuniu uma multidão na Igreja de Santo Antônio da Prata para celebrar o encerramento do ano da fé, dá graças pelo ano da Participação convocado por Dom Luciano Bergamin em comunhão com seu conselho presbiteral e também celebrar a alegria da JMJ aqui nosso Estado do Rio de Janeiro. Foi um momento festivo de nossa Igreja particular, haja vista que também foi aberto oficialmente o ano da Festa na Diocese de Nova Iguaçu dentro do projeto, Comunidade Lugar de: Perdão Participação e Festa. 


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Tráfico Humano desperte para essa Realidade!


Na nossa reflexão da coordenação de pastoral da  Diocese de Nova  Iguaçu refletimos sobre a realidade  no espirito da CF 2014 e o tema utilizado foi a musica de Morena e Théo. 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

2º Dia do tríduo Catequético no IFITEPS.


O tríduo Catequético nasceu do desejo da turma de 2º ano do Curso de Teologia Pastoral do Seminário Paulo VI (IFITEPS) da Diocese de Nova Iguaçu. A missão principal era refletir sobre as nossas práticas de catequese em nossas Comunidades. Neste segundo dia refletimos sobre a RICA (Ritual de Iniciação Cristã de Adulto) foi apresentado pelo professor Francisco Orofino.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

DNJ 2013 na Diocese de Nova Iguaçu

A juventude da Diocese de Nova Iguaçu celebrou o DNJ em 20 de outubro de 2013 com muita alegria e festa de todos os presentes. Aqui destacamos a animação no IESA e alguns momentos da caminhada até a nossa Catedral Diocesana. 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

10º Cursilho Jovem Feminino


28 jovens de 18 á 30 anos estiveram pela primeira vez durante três dias em retiro refletindo sobre o fundamental Cristão. Aqui temos o momento do enceramento.