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terça-feira, 29 de julho de 2014

139º/10° Cursilho Masculino Jovem


Celebremos a alegria de ser Decolores! Celebremos a alegria do 139º/10°Cursilho Masculino Jovem. 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Ver Julgar e Agir, eis o desafio.

Não somos donos do mundo para sair julgando. No retiro do cursilho de cristandade que existe no Brasil á mais  50 anos somos chamados no último dia olhar para realidade  e fazer três observações.
·     Ver com olhos de Cristo[i]: Sacerdote, Profeta e Servo de Javé a realidade vivida. Pois se olharmos com a vista humana corremos o risco condenar sem conhecer de verdade.
·     Julgar a parti do Evangelho: que nos orienta a perdoar antes de condenar e recordando que com a medida [ii] que medimos seremos medidos. Observamos o fato de uma da tal reporte que se apressa no julgamento sumário de um fato ocorrido.

·     Agir como cristão:[iii] que viveu a experiência do encontro com Cristo, no casa do cobrador de imposto que viu sua situação de pecado e mudou de vida[iv].
Por isso o Cursilho nos chama pra uma vida de coerência e retidão. Olhamos a nossa realidade  que deixa as coisas pequenas crescer, se preocupando com as coisas maiores, por exemplo, quando  compramos  alguma coisa e pagamos e nos passam o troco a menos, logo nos enchemos de razão e cobramos aquilo que é devido e  quando é o contrário nos calamos, pois, aquele que errou deve aprender a somar, dividir e merece o prejuízo pelo erro cometido. Quando existe uma irregularidade em nosso carro e somos pego em uma blitz do DETRAN, logo desejamos resolver do jeitinho brasileiro.
 Ser cristão envolve fidelidade ao evangelho e compromisso sério nas pequenas ou grandes coisas[v],  observamos que há sempre o desejo de protelar  nossas decisões colocando mil coisas  na frente, olhando que há dificuldades maiores a ser vencida e nos descuidamos das coisas simples da Vida.[vi] Precisamos nos indignar com as pequenas coisas,  aqui vale a pena  citar  aquela história da II Guerra Mundial:
“Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram.
Meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei.
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei.
“No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar...”.[vii]
 É preciso olhar a realidade com os olhos de Deus, porque é nela que ele se revela e nela que Ele nos indaga e nos chama  para dar  resposta consciente. Não podemos viver com uma ideologia pervertida da Realidade onde tudo é mal e tudo é nocivo. No primeiro livro da Bíblia, uma das  primeiras frases atribuída ao nosso:  “Deus  viu que tudo era bom[viii]”.  Então, é preciso ficar indignado e não podemos aceitar um agir sem os valores de um evangelho encarnado na realidade que nós vivemos e com isso nosso ver, julgar e agir, revelará o evangelho na vida  para o  outro que revela de forma imperfeita a imagem de um Deus Criador[ix].  
·         
       Ver,  Julgar & Agir.
Tire suas conclusões?

Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Qual é o seu nome?
- Chamo-me Nelson, Senhor.
- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.
Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.
Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - vamos começar.
- Para que servem as leis? Perguntou o professor - Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por
seus atos.
- Não!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso, para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?

Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor .
- Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal porém respondam a esta pergunta:
"Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"
Todos ficaram calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não! - responderam todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais! Vá buscar o Nelson - Disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.

Aprenda: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.

    



[i] Mateus: 13,15
[ii]  João 8,16; Mateus 7,2
[iii] Mateus 5,13-16
[iv]  Lucas: 19, 1-9
[v]  Mateus: 25,21
[vi]  (Familia, amigos e a prática de oração)  
[vii] Martin Niemöller, 1933 - símbolo da resistência aos nazistas.
[viii]  Genesis 1,31
[ix]  Genesis 1,27

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Diocese de Nova Iguaçu realiza o 137º Cursilho de Homens.


O Movimento de Cursilho da Diocese de Nova Iguaçu ficou mais forte realizando de 19 à 22 de setembro o 137º Cursilho de homens da Diocese de Nova Iguaçu na Casa de Retiro Nosso Lar em Belford Roxo.  onde acolhemos cerca de 70 homens com 26 novos cursilhistas,  para uma experiência de oração, reflexão e  uma ação concreta de mudança de atitude, de  evangelização dos diversos ambientes que vivemos neste mundo marcado por trevas e Luz.
- "Eu particularmente resumo o cursilho como um presente que você recebe de Deus, mais que temos que abrir aos poucos, e no final você só agradece o presente maravilhoso que recebeu!! 
Frase dita pelo neo-cursilhista Rodrigo Kuntze.
Durante  três dia e três noites fizemos  a experiência do tríduo pascal,. onde conhecemos um pouco da vontade de Deus em nossas vidas,  atribuladas por vário espinhos  plantados ao longo da estrada da vida  por algumas escolhas erradas de uma vida longe de Deus.

O Movimento de Cursilhos de Cristandade “MCC” tem como missão primeiro nos transforma em evangelizadores de ambientes (família, trabalho escola, Igreja e toda a sociedade) onde vivemos com seguidores de um Deus que não mediu esforços para nos salvar, muitas das vezes de nós mesmo. Desejar conhecer o MCC se escreva agora pelo site:   http://www.cursilho-ni.org.br.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

A FORMAÇÃO PERMANENTE NA FÉ.

Jesus no seu ensinamento fala da fé do tamanho de um grão de mostarda, que remove montanha[1]  e faz   referência ao patriarca Abraão[2]  como    homem de Fé.  Não temos hora nenhuma no evangelho ou qualquer texto que fale de uma escola,  que no ensine  o dom da fé. Então, podemos concluir que não podemos ensinar com palavras a fé, pois ela deve ser motivada, com gestos e atitudes que a desperte  no coração de cada um.
Podemos destacar, que nos últimos 50 anos a Igreja tem motivados os cristãos  a enxergarem além das letras, além daquilo que  nos é contado em uma tradição de excessiva  piedade ou terror divino. Onde Deus não gostava,   Deus não aceitava isso ou aquilo. Na verdade, tínhamos um Deus terrorista longe da realidade do homem. Um ser incessível para a sua graça e misericórdia.  O Reino de Deus inaugurado nas pregações de Jesus de


Nazaré nos leva ao 

comprometimento 

com a realidade 

humana  e imperfeita.

 São Paulo apostolo 

nos convoca na sua 

carta aos romanos:
·              Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito.[3]
O evangelho que anunciado nos orienta que devemos ser simples como as pombas e prudentes como as serpente[4]. Como cristãos devemos ter em nossa prática uma analise critica de todo o nosso  agir e de  toda formação que obtemos em nossa vida.  São Paulo nos fala,  que quando criança vivia como criança e agíamos como criança[5] e ainda o autor de hebreus nos orienta.
·        Teríamos muita coisa a dizer sobre isso, e coisas bem difíceis de explicar, dada a vossa lentidão em compreender. A julgar pelo tempo, já devíeis ser mestres! Contudo, ainda necessitais que vos ensinem os primeiros rudimentos da palavra de Deus; e vos tornastes tais, que precisais de leite em vez de alimento sólido! Ora, quem se alimenta de leite não é capaz de compreender uma doutrina profunda, porque é ainda criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que a experiência já exercitou na distinção do bem e do mal.[6]
A Formação  permanente na fé nos revela  as escolhas que devemos fazer, para melhor sermos na Comunidade familiar, paroquial e até mesmo na Igreja particular[7]. Contemplando o exemplo de Cristo que nos orienta.
·        Deixou-os e seguiu de barca para a outra margem. Aconteceu que eles haviam esquecendo-se de levar pães consigo. Na barca havia um único pão. Jesus advertiu-os: Abri os olhos e acautelai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes! E eles comentavam entre si que era por não terem pão[8]
O Evangelho exige de nós uma busca constante de uma formação,  testemunhal e  consciente de nossas responsabilidades para com outro que encontramos ao longo da caminhada. Mudar de opinião é sinal de maturidade,  de sabedoria por isso a formação permanente nos levar   a refletir sobre nossas escolhas e opções no  caminho. Toda a formação,  deve ser para o aperfeiçoamento diário, onde o ver, o jugar e agir são as base principais.  Não podemos reduzir o evangelho de Jesus ao um modelo externo de nossa prática a transformação deve ser iniciada no nosso intimo e com isso transforma as realidades que vivemos.   Lembremo-nos do conselho do apóstolo Pedro: 

“Reconhecei de coração o Cristo como Senhor, estando sempre prontos a dar razão de sua esperança a todo aquele que a pede a você[9].



[1] Mateus 21,21
[2] Romanos 4, 3-16;  Hebreus 11, 8-17 e Gálatas 3, 9-16
[3] Romanos 12, 2
[4] São Mateus 10, 16
[5] I Coríntios 13, 11
[6] Hebreus:  5,11-14
[7]  Diocese
[8]  Marcos: 8, 16- 13
[9]  I Pedro 3,15. 

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Gestos falam mais que Palavras!!!!

Existem pais revoltados,  pois, seus filhos buscam,  uma vida na comunidade religiosa, outros indignados porque seus filhos não querem saber de religião e existem ainda pais que  não aceitam  a modernidade do mundo tecnológico. 
Um tempo  atrás, uma mãe me pedia para convidar o seu filho para o grupo jovem e que ele  fosse na Igreja e  não ficasse em casa  somente estudando. Ela  me dizia revoltada, que tinha medo que filho não trilhasse  o caminho da Fé. Eu falei para aquela senhora sobre o KAIRÓS, sobre o tempo de Deus e  que ela devia agradecer pelos filhos que tinha,  a  melhor opção era adotar  a espiritualidade de Santa Mônica que rezou trinta anos por seu filho e ele se converteu e tornou-se um dos maiores Santo da Igreja.
Aquela mãe,  não me entedeu; e logo disse que eu não sabia  ou tinha medo de evangelizar. Eu a perguntei  quantas vezes ela ia missa,  quantas vezes ela rezara com sua familia,  se  tinha levado alguma vez o filho a missa  e recordei a senhora que o maior anuncio se dá com  gesto e não com belos discursos.   Só podemos dar  aquilo que temos e  não tem como ser cristão só dos eventos sociais ou de verniz, a conversão nasce de uma experiência diaria do Amor de Deus. Aquela senhora se calou e pude perceber  seus olhos cheios de  água, fiquei triste,  pois,  não era minha intenção faze-la chorar e confesso,  que também chorei e pude perceber que o convite  não era para o jovem mas era  para aquela mãe, era o seu KAIRÓS.
Deus tem o seu tempo, tem sua forma de nos chamar e ainda tem mas,  Ele  não pergunta pelos erros,  pois Ele já os conhece, apenas aguarda a nossa resposta  que é “sim ou  não”...
 As vezes queremos que nossos filhos sejam aquilo que não fomos ou pior queremos que  a vida de nossos jovens seja a nossa vida e esquecemos nós, de experimentar, de viver e de fazer da religião ou melhor  da nossa conversão um projeto diário.
Aquela senhora hoje vai a missa todo domingo e aquele jovem filho que tanto a preucupava, hoje se tornou  coordenador   da comunidade. Eu não fiz nenhum convite ou  pedi para que ele deixasse a sua opção.
Compreedamos que a Familia é base de tudo, sem ela não existe Igreja e a figura positiva de Pai e Mãe, nos molda e desenha o nosso carater. Portanto, irmãos e irmãs, o nosso testemunho é o nosso maior anúncio da Boa Nova de Jesus.  

O texto é  de autoria de Daniel Nonato com revisão de Edson Oliveira, é  uma reflexão sobre o nosso testemunho de cristãos na sociedade secularizada  e foi ao ar no Programa: Questões de Fé do Dia 09/07/2011 na Radio Catedral  FM 106,7  às 16 hora e 10 min.   Programa animado  pela Equipe de Comunicação do MCC / DNI: composta por; Almir Tavares,  Carlos Otavio,   Daniel Nonato,  Edson Oliveira, Moisés Arantes,  Ronildo e   Waldemir.