Parabéns pela belíssima escolha nesta missão de fazer o reino acontecer!
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terça-feira, 25 de novembro de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Leonardo III em o "Pedido"
Não estamos longe do tal romantismo cantando nas letras e melodias de outrora, a prova maior que precisamos imortalizar é esse momento na vida desse casal de namorados membros do Movimento de Cursilhos da Diocese de Nova Iguaçu - RJ. Aqui temos o momento do grande pedido no fim do 129º/11º Cursilho Feminino com Jovens. é muito emocionante valeu Leonardo!
quinta-feira, 10 de abril de 2014
A origem do Movimento de Cursilhos
Cursilho:
Pequeno Curso.[1].
O Surgimento dos Cursilhos de Cristandade: Contexto, Intuições e Caminhos
"O Movimento de Cursilhos de Cristandade, MCC, nasce no interior de uma história ferida e, ao mesmo tempo, aberta à graça. A Espanha das décadas de 1930 e 1940, atravessada pela Guerra Civil Espanhola e pela configuração político-religiosa sob Francisco Franco, vivia tensões profundas entre fé, poder e cultura. Nesse cenário ambíguo, onde o risco de uma religião instrumentalizada se misturava com autênticos desejos de renovação, a Ação Católica emergia como espaço de protagonismo laical e fermento evangélico. Foi nesse ambiente que jovens da Juventude da Ação Católica Espanhola, na Palma de Maiorca, iniciaram uma experiência que não pretendia criar um movimento, mas reacender uma vida. Contaram com o acompanhamento e a coragem pastoral de Dom Juan Hervás, cuja atuação revela uma Igreja que, quando escuta o Espírito, também assume riscos.
As peregrinações organizadas pela juventude, especialmente rumo a Santiago de Compostela em 1948, reunindo cerca de 80 mil jovens, foram mais do que eventos devocionais. Tornaram-se verdadeiros laboratórios espirituais e sociológicos. Ali, no caminho, no cansaço partilhado, na oração comum e na convivência concreta, começou a emergir uma intuição decisiva. A fé não poderia permanecer reduzida ao rito ou à tradição cultural. Era necessário provocar um encontro pessoal com Cristo capaz de transformar a existência. Os pequenos cursos preparatórios, os cursillos, ultrapassaram rapidamente sua função inicial e assumiram uma configuração querigmática e missionária. Já não se tratava apenas de preparar peregrinos para um destino geográfico, mas de formar discípulos enviados ao mundo, em sintonia com João 20,21, onde o envio nasce do encontro.
Essa origem peregrinante não é um detalhe secundário. Ela estrutura a espiritualidade do MCC. A expressão Ultreya, que convoca a ir sempre mais além, traduz uma dinâmica pascal permanente. Não há estagnação possível para quem encontrou o Ressuscitado. O Guia do Peregrino, por sua vez, simboliza que a fé é caminho e não instalação. Soma-se a isso o eixo Piedade, Estudo e Ação, que impede reducionismos. A fé não se esgota na emoção, nem na doutrina isolada, nem em um ativismo sem raiz. Ela integra interioridade, inteligência e compromisso histórico, como ecoa Tiago 2,17 ao afirmar que a fé sem obras está morta.
A proposta fundamental dos Cursilhos é simples na forma, mas radical no conteúdo. Anunciar o querigma, o núcleo da fé cristã, de modo que a pessoa se reconheça amada por Deus, confrontada com sua realidade e chamada à conversão. Trata-se de metanoia, mudança de mentalidade e de direção. Nesse sentido, o método vivencial não é uma técnica de convencimento, mas uma pedagogia da graça. Ele toca a liberdade do sujeito, sua dimensão afetiva e sua consciência crítica. Em um contexto onde muitos viviam uma fé herdada e pouco refletida, o MCC operava uma passagem da religiosidade sociológica para a fé pessoal.
Os primeiros Cursilhos de Formação e Apostolado, iniciados em 1949, seguidos pelos de Juventude e de Conquista nos anos seguintes, expressam essa intencionalidade. Formar cristãos conscientes de sua vocação batismal, conforme Romanos 6,4, e comprometidos com a transformação dos ambientes. A categoria de ambiente aqui é decisiva. Ela revela uma compreensão antropológica e sociológica da fé. O Evangelho não atua no abstrato, mas nos espaços concretos onde a vida acontece, família, trabalho, política, cultura. O cristão é chamado a ser fermento na massa, como em Mateus 13,33, e não espectador passivo de estruturas injustas.
A fundamentação teológica do Movimento foi sendo elaborada por jovens sacerdotes influenciados pelas encíclicas Mystici Corporis Christi e Mediator Dei. A centralidade da graça tornou-se o eixo articulador. Não uma ideia abstrata, mas a experiência concreta de participação na vida divina. O esforço de traduzir tratados teológicos densos para uma linguagem acessível revela uma preocupação hermenêutica relevante. A verdade da fé precisa ser compreendida e vivida, não apenas formulada.
O método dos Cursilhos consolidou-se como uma experiência intensiva de três dias que funciona como um verdadeiro tempo de graça. A dinâmica de escuta, anúncio, testemunho e partilha cria um espaço existencial onde a pessoa é interpelada em sua totalidade. Há aqui uma clara ressonância com o relato de Emaús em Lucas 24,13-35. Caminhar, escutar, reconhecer e retornar em missão. A experiência não termina no evento. Ela se desdobra no pós-cursilho, na perseverança comunitária, nos grupos que sustentam a caminhada. Esse prolongamento impede que a experiência se torne apenas um entusiasmo passageiro.
Como toda iniciativa que toca estruturas e provoca deslocamentos, o MCC enfrentou resistências. Houve suspeitas, críticas e até silenciamentos. Dom Juan Hervás assumiu a defesa do Movimento com clareza, o que lhe custou a transferência. Em Maiorca, os Cursilhos foram suspensos por um período. Essa tensão não é acidental. Ela revela a dimensão profética da experiência. Como afirma Lucas 2,34, aquilo que vem de Deus também se torna sinal de contradição. A história da Igreja confirma que toda renovação autêntica passa por esse crivo.
Na Assembleia de 1953, ao nomear a experiência como Cursilhos de Cristandade, Dom Hervás não propunha um retorno a modelos históricos de poder religioso. A noção de cristandade aqui precisa ser compreendida hermeneuticamente. Trata-se de uma realidade nova, não de uma restauração. Uma cristandade que nasce de dentro, da conversão pessoal e do compromisso comunitário, e não de imposições externas. Essa distinção é crucial diante das recorrentes tentações de confundir Evangelho com projetos de dominação ou ideologias religiosas.
A expansão internacional do MCC confirmou sua sintonia com a renovação eclesial que seria explicitada no Concílio Vaticano II. A valorização do laicato, a centralidade da missão e o primado do anúncio encontram eco nos documentos conciliares e na exortação Evangelii Nuntiandi. O que o Concílio sistematizou, o MCC já experimentava como prática viva.
Entre os símbolos que expressam essa identidade, destacam-se De Colores, como canto e linguagem da alegria cristã, a cruz do peregrino como sinal de seguimento histórico, o tríduo como tempo forte de encontro, e os três tempos do movimento, pré-cursilho, cursilho e pós-cursilho, que revelam um processo contínuo e não um evento isolado. Cada símbolo carrega uma densidade teológica e existencial, apontando para uma fé encarnada.
O Movimento de Cursilhos de Cristandade permanece, assim, como uma resposta criativa aos desafios de seu tempo e também aos do presente. Em um mundo marcado por desigualdades, por formas de religiosidade superficiais e por tentativas de instrumentalização da fé, sua proposta continua atual. Não se trata de conquistar o mundo por imposição, mas de testemunhar o Evangelho com autenticidade. A conversão pessoal torna-se, então, princípio de transformação social.
No horizonte bíblico, permanece o envio de Cristo. Como o Pai me enviou, também eu vos envio. Esse envio impede qualquer fechamento e convoca a uma fé em saída. Ultreya continua sendo mais do que uma palavra. É um programa espiritual e existencial. Ir sempre mais além, não para dominar, mas para servir. Não para restaurar privilégios, mas para anunciar a graça que liberta e transforma a história.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Retrospectiva 2013 do MCC na Diocese de N. Iguaçu
Uma breve retrospectiva do ano que passou das nossas atividades de cursilhistas, da
Diocese de Nova Iguaçu. Foram muitas
atividades que marcaram o ano de 2013
interessante
CURSILHOS MOVIMENTO,
daniel nonato,
DECOLORES,
DIOCESE DE NOVA IGUAÇU,
dnonato,
IGREJA,
mcc,
Povo de Deus
Local: Nova Iguaçu, RJ, BRASIL
Campanha - MG, Brasil
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
10º Cursilho Jovem Feminino
28 jovens de 18 á 30 anos estiveram pela primeira vez durante três dias em retiro refletindo sobre o fundamental Cristão. Aqui temos o momento do enceramento.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Diocese de Nova Iguaçu realiza o 137º Cursilho de Homens.
O Movimento de Cursilho da Diocese de Nova Iguaçu ficou mais
forte realizando de 19 à 22 de setembro o 137º Cursilho de homens da Diocese de
Nova Iguaçu na Casa de Retiro Nosso Lar em Belford Roxo. onde acolhemos cerca de 70 homens com 26 novos
cursilhistas, para uma experiência de
oração, reflexão e uma ação concreta de
mudança de atitude, de evangelização dos
diversos ambientes que vivemos neste mundo marcado por trevas e Luz.
- "Eu particularmente resumo o
cursilho como um presente que você recebe de Deus, mais que temos que abrir aos
poucos, e no final você só agradece o presente maravilhoso que recebeu!!
Frase
dita pelo neo-cursilhista Rodrigo Kuntze.
Durante três dia e três noites fizemos a experiência do tríduo pascal,. onde
conhecemos um pouco da vontade de Deus em nossas vidas, atribuladas por vário espinhos plantados ao longo da estrada da vida por algumas escolhas erradas de uma vida longe
de Deus.
O Movimento de Cursilhos de Cristandade
“MCC” tem como missão primeiro nos transforma em evangelizadores de ambientes (família,
trabalho escola, Igreja e toda a sociedade) onde vivemos com seguidores de um
Deus que não mediu esforços para nos salvar, muitas das vezes de nós mesmo.
Desejar conhecer o MCC se escreva agora pelo site: http://www.cursilho-ni.org.br.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
O Movimento de Cursilhos Celebra 50 anos de Brasil
No ano que o Movimento de Cursilhos celebra 50 anos de presença no Brasil houve várias celebrações por todo o país e no Rio de Janeiro na Igreja da Penha todos os cursilhistas foram convidados a render graças em uma carreata seguida de uma missa presidida por Dom Roque Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro (vídeo acima).
Ser Cursilhista é algo que nos compromete com a Igreja e com Reino de Jesus e ano do celebrar o Movimento de Cursilhos de Cristandade decidiu ter um Hino especifico e no ano passado após um concurso foi escolhido o hino "Missionários do Redentor" e agora sendo o Hino oficial do MCC no Brasil(vídeo abaixo).
Ser Cursilhista é algo que nos compromete com a Igreja e com Reino de Jesus e ano do celebrar o Movimento de Cursilhos de Cristandade decidiu ter um Hino especifico e no ano passado após um concurso foi escolhido o hino "Missionários do Redentor" e agora sendo o Hino oficial do MCC no Brasil(vídeo abaixo).
Eis a canção
Gravação: Grupo Kayrós
Encontrar com Jesus é um presente.
Conviver com Jesus é a paz
Anunciar o seu reino é preciso,
Para o mundo poder melhorar
Cristo deu a vida para me salvar
Ai de mim se eu não evangelizar
No caminho rumo a Santiago
O Espírito Santo Soprou
Sua chama acendeu novo tempo
O MOVIMENTO DE CURSILHOS criou.
Refrão
É São Paulo nosso padroeiro
Um exemplo como caminhar
Então vamos irmãos, pois a vida
Quer estar presente em todo lugar.
Refrão
Refrão
Na alegria, com fé e esperança
Proclamamos a vinda do AMOR.
Assim Cristo é anunciado
Missionários somos do Redentor.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Enfrentando as turbulências da Fé.
A
nossa Fé como não poderia ser diferente sofre, como todas as nossas opções de
escolhas, as turbulências da intolerância e da descrença. Por vezes, nos
fechamos na nossa individualidade recusando a abrir o coração para ouvir, o que
Deus tem a nos falar. Parece até que somos suficientemente fortes, para enfrentar todos os desafios que a vida na
sua complexa existência nos propõe.
Esses
questionamentos fazem parte de nossa vivencia, até mesmo na sua dimensão
pessoal da Fé. Tais interrogações não pode e não deve ser, o centro da vida.
Busquemos o caminho que nos proporcione uma dimensão comunitária da nossa Fé, nessa
vivência que nos convertemos e experimentamos a sua verdadeira dimensão.
Por
isso a Paróquia, a comunidade, os movimentos na Igreja, cada qual com seu
carisma e finalidade, propõem aos idosos, aos adultos, aos jovens e até mesmo as crianças uma mudança
de vida, que tem como prática de sua vivência a dimensão da Fé comunitária.
O
Movimento de Cursilho de Cristandade, dentro de seu método querigmático de
anunciar a Palavra e se aproximar cada vez mais do exemplo do Cristo, ou seja,
se tornando discípulo e peregrino de sua mensagem e têm como proposta a atitude de um
evangelizador, mas, contudo, um Cristão Comprometido, que viva intensamente a
Fé em todas as suas dimensões.
Hoje
em especial, deixamos essa mensagem para todos os nossos ouvintes
comprometidos, com a nossa Igreja. Que não percamos as orientações de nosso
Magistério Eclesiástico, mas que como leigos busquemos formação, para compreendermos o que o Pai quer de cada
um de nós, e para que possamos aprofundar no caminho de Cristo, sabendo viver
de verdade a nossa Fé, pois é ela que nos fortalece diante a tanta desafios
desse mundo moderno.
Sozinho,
não sou ninguém, com Deus encontro forças na caminhada e juntos com os irmãos
na fé, poderemos transformar o mundo.
Que
Deus nos abençoe e que cada um possa encontrar a sua verdadeira
vocação.
Autor: Edson Oliveira (Edinho do MCC de Nova Iguaçu)
Correção: Gladstone Moisés (MCC de Nova Iguaçu)
Adaptação: Daniel Nonato
*O programa Questões de Fé vai ao ar pela Radio Catedral Fm 106,7 às 16 horas e 10 minutos é uma produção da Diocese de Nova Iguaçu e - Todo 2º e 5º sábado esta sobre a responsabilidade do Movimento de Cursilho e conta com a apresentação: Gladstone Moisés, Edson Oliveira e Daniel Nonato e com o apoio de Carlos Otavio, Waldemir e Antônia Fátima.
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